Escrito originalmente em 7 de junho de 2016.
Ananda Bering Volpi.
A minha vida cabe em caixas.
E algumas malas são roupeiros improvisados,
Sempre preparadas para a mudança.
Entrelaçando consciência com outros cômodos ou com lembrança.
Poeiras que não foram retiradas.
Joguei-me contra ondas tão altas para dar-te uma ilha só de rosas
E fiz cortas as tuas palmas com outro destino que não era o nosso.
Entre os peixes e a brisa, seu hálito soprava o amor que não dizias, te calaste.
Entre nós, um pálido fantasma olhava-nos e sorria.
Minha boca e alma crispadas no desejo violento de um corpo jamais possuiria.
Originalmente escrito em junho de 2001, Itapema/SC - Brasil.
Cada vez que hay un cambio, me doy cuenta de cuántas cosas tengo, así, me doy cuenta de todo lo que llevo dentro de mí. y siempre me he con...