Eu queria entender o teu caos, mas antes disto, eu gostaria de sentir o teu caos.
Em silêncio. Para não interferir em teu momento.
Como um espectador a distância, que não consegue adquirir o bilhete e o muro do Teatro é alto demais.
Um pouco de presunção de minha parte, talvez.
Eu poderia perguntar se há caos em você. Ou é feito de pura aceitação?
Queria ver você com a alma desnuda. Queria observar as suas entrelinhas.
Eu gosto de cicatrizes, sejam elas físicas ou metafóricas. São como tatuagens que o tempo faz.
Nem todas as almas me interessam. A tua me cativa.
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