A gente só é quando se anula.
Se não se anula, não se é.
Não coexistem para existir.
Somos o que somos quando anulamos o que pensamos ser.
E para isto requer disposição.
Não conheço muitos dispostos ao ridículo.
Não se permitem apenas ser.
Não revelam quem são, tampouco sabem quem são.
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